A crise asiática.
De acordo com o diretor-geral do FMI e sobre a crise asiática, Michel Camdessus a globalização financeira, e descreve as ações tomadas pelo FMI para prevenir e atuar em situações de emergência, como no caso da crise asiática. Enfatiza a importância de políticas macroeconômicas adequadas e o papel preventivo dos governos. Para Camdessus o sentido positivo da globalização financeira na aceleração do crescimento econômico mundial, distribuição mais eficaz de recursos no mundo e criação de novos empregos. Ao reconhecer os reflexos negativos da recente turbulência financeira asiática, naquela região e em outras partes do globo, argumentou, no entanto, que as perspectivas para o crescimento da economia mundial continuam bastante promissórias. Quanto aos riscos da globalização e à ameaça de marginalização econômica os mesmos só podem ser afastados mediante a adoção de sound macroeconomic policiese fortalecimento dos mercados internos. Embora o FMI se encontre bem situado in good positionpara acompanhar as políticas econômica dos países e exercer papel de supervisão surveillanceinternacional sua ação é limitada, no entanto pela própria soberania dos governos e pelo mandato atribuídos ao Fundo.
Camdessus referiu-se ao progresso na criação das enhanced structural adjustment facilities, para alívio dos países mais endividados, e à proposta de emenda do acordo do Fundo para permitir “a special one-time aloocation of about 30 billion that would equalize all member's ratios of SDF allocations to quotas and would double the amount os SDRS allocated to date".
Camdessus ainda citou, ainda, as iniciativas recentemente implementadas pelo FMI para reforçar o seu papel na prevenção e equacionamento de crises, como a colaboração com o Banco Mundial e banco regionais na implementação de reformas de segunda geraçãonos países, e o aumento do capital de base do Fundo para US$ 290 bilhões, com a ampliação das quotas nacionais e a introdução dos New Arrangements to Borrow(NAB) -- destinados à assistência financeira de emergência. O Diretor-Geral do Fundo procurou também ilustrar a importância dos mecanismos de surveillancedo FMI, inclusive o Banco de Disseminação De Dados Especiais (SDDB), para a prevenção de crises. A maior transparência de informações para o mercado, postulou, contribui para fortalecer a confiança do mercado na condução da política econômica interna. No caso específico da crise asiática, Camdessus descreveu os esforços realizados pelo FMI para alertar as autoridades tailandesas a tempo sobre os riscos de colapso financeiro. Reconheceu que a economia tailandesa já vinha mostrando sinais de perda de competitividade e fragilidade financeira há vários meses, e afirmou que, se a crise demorou a manifestar-se na Tailândia, isso terá decorrido da pouca transparência no fluxo de informações macroeconômicas para o mercado. Como lições positivas da crise asiática, procurou valorizar a relativa rapidez com que o FMI pode mobilizar vultosos empréstimos de emergência para a Tailândia (US$ 17 bilhões) e para Indonésia (US$ 23 bilhões), e destacou "the instant and outstanding demonstration of Asian Solidarity", bem com a disposição da ASEAN em examinar a implantação de mecanismos de surveillancemacroeconômica sub-regionais, e a semelhantes àqueles em exame pelo G-7 e a APEC.
Respondendo às perguntas, o Diretor-Geral do FMI reiterou a disposição do FMI em dialogar de forma construtiva com as Nações Unidas. Postulou que o Fundo estaria melhor preparado para atuar em situações de crise caso pudesse contar com melhores meios, mas recordou que o papel de supervisão bancária, por exemplo, cabe antes aos governos. Aduziu, por último, que o processo de liberalização da conta de capitais decidido na reunião de Hong Kong deve se conduzido de forma prudente, e calcado em medidas voltadas para a promoção da estabilidade macroeconômica e fortalecimento dos mercados financeiros internos.
Camdessus referiu-se ao progresso na criação das enhanced structural adjustment facilities, para alívio dos países mais endividados, e à proposta de emenda do acordo do Fundo para permitir “a special one-time aloocation of about 30 billion that would equalize all member's ratios of SDF allocations to quotas and would double the amount os SDRS allocated to date".
Camdessus ainda citou, ainda, as iniciativas recentemente implementadas pelo FMI para reforçar o seu papel na prevenção e equacionamento de crises, como a colaboração com o Banco Mundial e banco regionais na implementação de reformas de segunda geraçãonos países, e o aumento do capital de base do Fundo para US$ 290 bilhões, com a ampliação das quotas nacionais e a introdução dos New Arrangements to Borrow(NAB) -- destinados à assistência financeira de emergência. O Diretor-Geral do Fundo procurou também ilustrar a importância dos mecanismos de surveillancedo FMI, inclusive o Banco de Disseminação De Dados Especiais (SDDB), para a prevenção de crises. A maior transparência de informações para o mercado, postulou, contribui para fortalecer a confiança do mercado na condução da política econômica interna. No caso específico da crise asiática, Camdessus descreveu os esforços realizados pelo FMI para alertar as autoridades tailandesas a tempo sobre os riscos de colapso financeiro. Reconheceu que a economia tailandesa já vinha mostrando sinais de perda de competitividade e fragilidade financeira há vários meses, e afirmou que, se a crise demorou a manifestar-se na Tailândia, isso terá decorrido da pouca transparência no fluxo de informações macroeconômicas para o mercado. Como lições positivas da crise asiática, procurou valorizar a relativa rapidez com que o FMI pode mobilizar vultosos empréstimos de emergência para a Tailândia (US$ 17 bilhões) e para Indonésia (US$ 23 bilhões), e destacou "the instant and outstanding demonstration of Asian Solidarity", bem com a disposição da ASEAN em examinar a implantação de mecanismos de surveillancemacroeconômica sub-regionais, e a semelhantes àqueles em exame pelo G-7 e a APEC.
Respondendo às perguntas, o Diretor-Geral do FMI reiterou a disposição do FMI em dialogar de forma construtiva com as Nações Unidas. Postulou que o Fundo estaria melhor preparado para atuar em situações de crise caso pudesse contar com melhores meios, mas recordou que o papel de supervisão bancária, por exemplo, cabe antes aos governos. Aduziu, por último, que o processo de liberalização da conta de capitais decidido na reunião de Hong Kong deve se conduzido de forma prudente, e calcado em medidas voltadas para a promoção da estabilidade macroeconômica e fortalecimento dos mercados financeiros internos.
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